Tenho tido o prazer de participar em várias edições da corrida de Santo António e, desde 2023, sempre em representação da Pro Runners Magazine.

Após a pandemia, a prova regressou em formato matinal, com início e chegada na Praça do Império, em Belém. Esta mudança contrasta com o que acontecia até 2019, quando se realizava em horário noturno, normalmente na véspera dos Santos Populares, com partida da Praça do Comércio e percurso pela zona ribeirinha.

A prova tem crescido a olhos vistos, acompanhando o fenómeno das corridas populares. Este ano, registou um total de 7.000 inscritos, divididos pelas duas distâncias – 10 km (corrida) e 4 km (caminhada) –, o que representa um aumento de 1.000 participantes em relação à edição anterior.

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Foi uma excelente decisão antecipar o início em 30 minutos em relação ao ano anterior, pois às 8h30, quando foi dado o tiro de partida, o sol já se fazia sentir com intensidade. 

O percurso, totalmente plano e rápido, torna-o muito apelativo para quem procura recordes pessoais (RPs).

Este ano, o atleta masculino mais rápido nos 10 km foi Roberto Ladeiras, com o tempo de 00:31:22, ele que já tinha sido 2.º classificado nas duas edições anteriores. No setor feminino, o lugar mais alto do pódio foi ocupado, pelo segundo ano consecutivo, por Joana Fonseca, que completou a distância em 00:36:29.

A minha prestação superou as minhas expectativas, tendo alcançado o 8.º lugar no meu escalão o que me fez regressar a Setúbal cansado mas feliz.

Ah e claro, com o meu manjerico! 

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Autores
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Pedro Reisinho